A história do "Negócio da China" - Seu Sucesso Na Web

A história do “Negócio da China”

A história do “Negócio da China”

O termo “Negócio da China” é uma expressão que nasceu devido às estreitas relações comerciais entre as civilizações mais antigas. Isto é, na antiguidade, as relações comerciais de importação e exportação eram de grande importância para a economia desses países, o que gerou grandes conflitos de interesses entre a burguesia europeia, Ocidente e Oriente. Porém, com o “boom” do Capitalismo, a história do “Negócio da China” vingou, pois esse é um modelo econômico que privilegia, exclusivamente, a lucratividade, o que o país chinês tem a oferecer de sobra.

O fato é que a China sempre foi um país interessante para negociações – haja visto que os chineses possuem, até hoje, a mão de obra mais barata do mundo, produção altamente qualificada e preços baixos de importação. Além disso, a China conta com a produção em ampla escala de novas tecnologias a “preço de banana”, o que interessa (e muito) até hoje para importadores de todos os países.

Voltando à história, ao final da Idade Média se deu a união da burguesia europeia com os pactos comerciais com o Oriente e Ocidente. Na época, o transporte marítimo e longas viagens terrestres eram o meio pelo qual os burgueses iam buscar as especiarias da região chinesa. O transporte, embora fosse caro para a época, ainda valia a pena, pois os produtos chineses ofereciam preços baixíssimos e especiarias que só poderiam ser encontradas por lá.

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Já no início do “Período Moderno” ocorreu o que chamamos de expansão marítimo-comercial, quando os burgueses europeus visitavam a China para a importação de temperos, perfumes orientais, sedas, ervas específicas e óleos. Essas importações sempre geraram muito lucro para os que importavam os produtos chineses e, devido a este fato, deu-se o nome de “Negócio da China”. Sendo assim, negócio da China é a expressão que remete aos altos lucros gerados pelos produtos vendidos a preços baixos no país Oriental, e que são revendidos a preços exorbitantes nos outros países, como nos Estados Unidos, Rússia e Brasil.

Hoje em dia, o termo “Negócio da China” é utilizado quando o indivíduo consegue realizar um negócio bastante lucrativo. E o fato é que esse termo nasceu do grande interesse que os antigos comerciantes europeus tinham em buscar produtos na China, e até de outros povos da Ásia Oriental. Nessa mesma época, inclusive, a Índia era um país bastante explorado comercialmente, ressalvando o fato de que a Corte Portuguesa conseguiu um lucro superior a 6.000% em cima de produtos fabricados por indianos, que também ofereciam preços baixíssimos.

Falando de forma atual, hoje o “Negócio da China” ainda é muito presente, ainda mais se levando em consideração que a economia mundial gira em torno do Capitalismo. Os produtos chineses são muito mais baratos do que os produtos exportados de outros países, portanto, ainda atrai a maioria dos olhares de importadores que desejam mão de obra barata e produtos que possam ser vendidos em seus respectivos países a preços bem maiores. A China alavanca muita lucratividade para os países que de lá importam – não que isso signifique que o seu próprio povoado não passe por privações sérias, de todos os jeitos.

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